Autarca de Vagos esclarece: colocação do concelho em situação de calamidade é "da exclusiva responsabilidade do Governo"

2026-02-06

O presidente da Câmara de Vagos, Rui Cruz, adianta que "a autarquia não foi ouvida".

Autarca de Vagos esclarece: colocação do concelho em situação de calamidade é

Presidente da Câmara de Vagos, Rui Cruz, admite não ter sido contactado pelo Governo antes de Vagos ter sido incluído na lista de concelhos em situação de calamidade, depois da passagem da tempestade Kristin.

No período antes da ordem do dia, na reunião de Câmara desta quinta-feira, o edil vaguense garantiu que essa “foi uma decisão da exclusiva responsabilidade do Governo”.

Perante o receio do vereador do CHEGA, Olavo Rosa, de que Vagos venha a “tirar recursos a quem efectivamente precisa”, Rui Cruz explicou que caso não haja situações que exijam candidaturas da CCDR para reparação de danos, o concelho não usa “dinheiro nenhum”.

Ativação Plano Municipal de Emergência de Proteção Civil

A Câmara Municipal de Vagos informa que, no estrito cumprimento do enquadramento legal aplicável e em articulação com as entidades competentes, após reunida a Comissão Municipal de Proteção Civil, confirmou a ativação do Plano Municipal de Emergência de Proteção Civil, com caráter preventivo e de reforço da prontidão operacional, garantindo coordenação permanente com os agentes do sistema de proteção civil, designadamente com a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil.

A autarquia em conjunto com as entidades que ocorrem ao sistema de proteção civil, nomeadamente Serviços Municipais de Proteção Civil, Juntas de Freguesia, Bombeiros Voluntários de Vagos, Guarda Nacional Republicana, Capitania do Porto de Aveiro, ACES do Baixo Vouga, entre outros, tem vindo a assegurar, ações de prevenção e atuação constante no terreno na resolução de situações que coloquem em perigo a segurança de pessoas e bens; o reforço da coordenação operacional e da capacidade de resposta a ocorrências sinalizadas;  a verificação e acompanhamento de infraestruturas e equipamentos essenciais; medidas preventivas de mitigação de risco em zonas suscetíveis a acumulações de água e quedas de árvores/estruturas; manutenção de condições de prontidão para apoio social e acolhimento temporário, caso venha a revelar-se necessário.   

A autarquia apela à população para que cumpra as recomendações das autoridades; evite deslocações não essenciais durante períodos de maior severidade meteorológica e reporte prontamente ocorrências relevantes às entidades competentes.

 

 

 

 

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