Vagos está em deficit ecológico

2022-09-22

Conclusão é do projeto “Pegada Ecológica dos Municípios Portugueses”, desenvolvido pela ZERO – Associação Sistema Terrestre Sustentável, em parceria com a Universidade de Aveiro e com a Global Footprint Network.

Vagos está em deficit ecológico

O Município de Vagos está deficit ecológico, consumindo mais recursos do que dispõe.

Ainda assim, é o 2º Município - dos 18 que participaram neste projeto - com menor pegada ecológica, o 5º [destes 18] com mais capacidade de gerar recursos por pessoa e o 3º da região de Aveiro com capacidade de gerar recursos por pessoa.

A conclusão é do projeto “Pegada Ecológica dos Municípios Portugueses”, desenvolvido pela ZERO – Associação Sistema Terrestre Sustentável, em parceria com a Universidade de Aveiro e com a Global Footprint Network.

Dados de 2018 revelam que o Município de Vagos tem uma biocapacidade [recursos] de 1,86 hectares globais e uma pegada ecológica [consumos] de 2,93 hectares globais, números negativos, mas, ainda assim, inferiores à média nacional.

27% dos consumos dos vaguenses respeitam a alimentação, 18% à mobilidade e 9% às despesas com habitação, água, electricidade e gás.

O presidente da Câmara Municipal de Vagos, Silvério Regalado, reconhece que o início da conversa com a equipa da Universidade de Aveiro foi feita na tentativa de perceber de que forma é que os Municípios que contribuíam positivamente para a biodiversidade poderiam ser recompensados. Contudo, a sua visão acabou por ser convertida quando confrontado com os resultados relativos a Vagos.

“Apesar de não estarmos tão mal como os outros, ainda assim não estamos bem”, reconhece Silvério Regalado.

A Calculadora da Pegada Ecológica de Vagos pode ser consultada e utilizada individualmente online em https://www.footprintcalculator.org/sponsor/PT/39/pt

Próximo passo

O Agrupamento de Escolas de Vagos, através da Escola Secundária, pode vir a ser o primeiro estabelecimento de ensino a ter a sua “calculadora da pegada ecológica”.

O desafio foi deixado pela equipa de investigadores da Universidade de Aveiro (UA), que já trabalham num projeto semelhante para as instituições de ensino superior.

 

 

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