CONTEÚDO PATROCINADO | Preços do Imobiliário crescem em Aveiro

2021-09-24

Aveiro registou um aumento de preços na ordem de 10%.

CONTEÚDO PATROCINADO | Preços do Imobiliário crescem em Aveiro

Os anos de 2020 e 2021 trouxeram consigo inesperados desafios a inúmeras áreas de atividade. Com milhões de pessoas confinadas nos seus lares, abundam os exemplos de negócios que suspenderam por completo a sua atividade ao longo de meses.

Ainda que o último trimestre deste ano nos traga já uma “nova normalidade” e um retomar da atividade económica em praticamente todo o mundo, existem ainda inúmeras incógnitas e desafios diante de nós.

No meio de um cenário de complexa gestão, surgiram alguns excelentes exemplos de segmentos económicos cuja resiliência e rápida capacidade de adaptação lhes permitiu crescer, mesmo em tempo de pandemia. Falamos, pois, do setor do imobiliário nacional.

Aveiro Regista Evolução Positiva

O título poderia efetivamente dirigir-se a inúmeros outros distritos do país, uma vez que o desempenho ao longo do último ano beneficiou a larga maioria do território.

Aveiro, em particular, registou um aumento de preços na ordem de 10% conforme confirmado agora pelo mais recente barómetro do portal de referência Imovirtual.

O relativamente simples ato de comprar casa no distrito custa agora em média €240.157, quando em agosto do ano passado tal valor se situava em €218.427.

Esta evolução de preços estende-se, ainda que de forma mais ligeira, ao próprio mercado de arrendamento. Com um aumento de preços de 3,5% ao longo do último ano, o valor médio passou de €625 para €647.

Estas são excelentes notícias para todos aqueles que possuam ativos imobiliários no distrito de Aveiro, quer optem por uma transação de venda, ou por um rendimento oriundo no mercado do arrendamento.

O Retrato do País

É antes de mais relevante mencionar que, como em praticamente tudo o demais, Portugal se move a duas velocidades, se não mesmo a três, independententemente do otimismo dos indicadores económicos.

De um lado temos os quatro principais distritos do país, com valores praticados muito para além das possibilidades da classe média nacional. Do outro, o interior que continua a enfrentar os desafios da desertificação, traduzido em preços efetivamente reduzidos. A terceira dimensão surge muito graças à discrepância entre estas duas realidades opostas.

É aqui que se inserem distritos como Aveiro, onde o valor médio de venda de imobiliário aumenta consideravelmente para lá de valores que se podem assumir como “económicos”.

De Lisboa, atualmente a transacionar imóveis com valores médios de €585.837 à Guarda, com €113.201 vão realidades contrastantes. O próprio valor médio nacional, atualmente nos €365.264 é manifestamente distante da larga maioria das bolsas portuguesas.

Os próximos meses trarão desafios muito próprios. Desde logo com o fim das moratórias de crédito, que poderão ter um impacto visível na variação de preços a nível nacional.

Já o retomar da economia global de forma impactante poderá eventualmente influenciar em alta os distritos mais inflacionados, criando um efeito nos demais que se reflete num contínuo aumento de preços.

Com os distritos mais urbanizados a tornarem-se em média cada vez mais dispendiosos para quem deseja comprar casa, a pressão exercida nos restantes tende a aumentar. Nesse sentido, Aveiro poderá ainda estar longe do seu verdadeiro potencial no que toca ao mercado imobiliário.

 

 

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