2026-10-30
O presidente do Executivo Municipal de Vagos, que tomou posse para o mandato 2025-2029 a 30 de outubro do ano passado, adianta que “ao fim de nove meses a autarquia está equilibrada financeiramente”.
Assinala-se, hoje, o primeiro ano de mandato do presidente da Câmara de Vagos, Rui Cruz.
O autarca avançou, esta sexta-feira, com uma publicação, nas redes sociais, onde faz o balanço deste primeiro ano.
“O primeiro ano foi de estabilização financeira”, afirmou o autarca que adiantou que “ao fim de nove meses a autarquia está equilibrada financeiramente, não tem dívidas a fornecedores, todas as faturas estão em dia”.
Rui Cruz reconhece que esse esforço foi feito “com o sacrifício de cortes na despesa, das freguesias, das famílias de Vagos, mas também com investimento: executámos os fundos comunitários, aquilo que era importante assegurar desde o princípio sem pôr em causa os pagamentos e o equilíbrio financeiro da autarquia”, concluiu.
O presidente da Câmara de Vagos garante que o Executivo Municipal que lidera deu “os primeiros passos naquilo que é o nosso programa”.
Rui Cruz apontou os próximos passos
“Vamos entrar num novo caminho”, assegurou o presidente da Câmara de Vagos, Rui Cruz, aos munícipes na sua publicação.
O edil adiantou que a estabilidade financeira alcançada vai permitir que o Executivo “este ano, comece a reduzir o IMI em 25%, a uma cadência de 25% ao ano”. “Posso já adiantar que o IMI vai descer para 0,38, depois para 0,36 e, por fim, 0,34”, garantiu.
Rui Cruz explicou que o Município deu já início ao primeiro bloco de alcatroamentos. “Este ano que vem vamos dar início a um segundo um milhão e meio de euros de alcatroamentos e continuar a manter em bom estado ou a assegurar o bom estado do concelho de Vagos”, frisou.
“A autarquia está estável e pode começar hoje a lançar-se nos novos projectos, no novo rumo que prometemos às pessoas”, atestou.
Freguesias voltam a receber voto de confiança
Se, em sessão de Assembleia Municipal datada de novembro de 2025, o presidente eleito, Rui Cruz, anunciava que a delegação de competências para as Juntas de Freguesia ia terminar em 2026 por entender que “deve ser a Câmara Municipal a assumir as suas competências perante os cidadãos e os eleitores e a assumir a máxima responsabilidade que lhe é conferida pelos mesmos, para que não haja equívocos sobre responsabilidade política”, em julho deste ano, o Município de Vagos voltou a confiar-lhes parte dessas responsabilidades.
Prepara-se, agora, para realizar “mais um protocolo de valor expressivo para que as Freguesias tenham autonomia por si para fazer um conjunto de obras, ampliar obras existentes e requalificar obras de pequena dimensão”.