Assembleia Municipal de Cantanhede aprova petição pública a reclamar reabertura da consulta aberta

2021-06-28

A presidente da Câmara de Cantanhede, Helena Teodósio lamenta muito o que interpreta como “uma desconsideração intolerável do Ministério da Saúde para com os munícipes deste concelho, ao ter deixado de cumprir o protocolo que celebrou em 24 de fevereiro de 2007 com esta autarquia”.

Assembleia Municipal de Cantanhede aprova petição pública a reclamar reabertura da consulta aberta

A Assembleia Municipal aprovou, por unanimidade, a realização de uma petição pública a reclamar a reabertura da consulta aberta no concelho.
A iniciativa foi desencadeada na sequência do diagnóstico exaustivo apresentado por Helena Teodósio sobre a situação de “extrema fragilidade em que estão a funcionar alguns serviços de saúde do concelho. 
No documento, a autarca diz que não se conforma com “a falta de respostas do Ministério da Saúde às reiteradas interpelações que fez “para serem urgentemente resolvidos os graves problemas há muito identificados” e lamenta a “indiferença da tutela face às posições tantas vezes assumidas”, o que a obriga “a insistir, mais uma vez, em reivindicar mais e melhor saúde para os munícipes, pelo menos a um nível que não seja atentatório dos direitos e da dignidade das pessoas, como acontece agora”.
A presidente da Câmara de Cantanhede, Helena Teodósio lamenta muito o que interpreta como “uma desconsideração intolerável do Ministério da Saúde para com os munícipes deste concelho, ao ter deixado de cumprir o protocolo que celebrou em 24 de fevereiro de 2007 com esta autarquia”.
A edil considera “chocante, absolutamente chocante, também o encerramento, por tempo indeterminado, da Unidade de Saúde Familiar “As Gandras”, devido à falta de técnicos administrativos, deixando os utentes das freguesias de Febres, S. Caetano e Vilamar e Corticeiro sem a assistência devida ao nível dos cuidados de saúde primários”. E pergunta: “Afinal de que serve o Governo e os partidos que o sustentam na Assembleia da República proclamarem-se os grandes defensores do SNS, quando o Ministério da Saúde deixa um serviço básico da maior importância como o da USF ‘As Gandras’ numa situação de rutura por tempo indeterminado”?

 

 

 

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